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Mirabilia
Número 5 (2005)
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Relações de poder e normas jurídicas: os decretos conciliares da diocese de Calahorra e La Calzada sob o bispado de D. Almoravid (1287-1300)

Pereira Lima, Marcelo

This paper speaks about the juridical discourses present in the sinodal decrets of Calahorra and La Calzada in the end of XIII th century. The objective of our work is to stress the relations between the episcopal institutions and their legislative practices. In the historical and political perspective, we have chosen a specific group of tematics: the clerical reformation and the question of their ordination; the sacramental life; the norms about the Jewish Communities; and, finally, the determinations about beneficial matter of the clergy.

Diálogo inter-religioso ‘real ou aparente’ durante a Idade Média hispânica: Ramon Llull (1232-1316)

Pardo Pastor , Jordi

This paper speaks about the dialogue between religions in the Middle Age. We’re taking historical methods and The Book of the Pagan and the three Wises of Ramon Llull for introducing the status quaestionis.

Acerca de los hábitos artificiales en la antropología luliana y el ascenso espiritual del hombre

Higuera Rubio, José

The concept of “habitus artificialis” in lullian anthropology involves the knowledge of the divines virtues -the nature’s secrets-, and it represents the spiritual way of human being. Similarly, some documents of medieval universities contain the natural knowledge and the transcendence of prime cause. Therefore the lullian though and the Student’s guides are the model of spiritual finality in the intellectual practice –liberal arts and Lullian Art- and that practice is defined like “habitus artificialis”.

Ramon Llull com a mite identitari (més ençà de la Renaixença)

Rubio, Josep E.

La argumentación filosófica del caballero medieval. El modelo e ideal luliano en el 'Libre del Orde de Cavaleria'

Maíz Chacón, Jorge

En este trabajo, analizamos la influencia del pensamiento de Ramón Llull en la sociedad del momento. El Llibre de l’Ordre de Cavalleria es un buen ejemplo, este conforma y supedita la interpretación por parte de los caballeros medievales.

quia nolunt dimittere credere pro credere, sed credere per intelligere: Ramon Llull and his Jewish Contemporaries

Hames, Harvey J.

Unlike most of his contemporaries, Ramon Llull understood the need of actually engaging with the beliefs of his Jewish and Muslim contemporaries, rather than just with their texts, if he wanted to attain their conversion to Christianity. Coming from the Iberian peninsula where new theologies like Kabbalah were gaining ground among the Jews, Llull harnessed its central tenets in order to convince the Jews, by "necessary reason", of the inherent truth of Christianity. This article discusses the intellectual milieau in which Llull developed his Art, shows how he intended it to be used, and brings a Jewish response by Solomon ibn Adret, leader of the Jewish community in Catalonia to the challenge posed by Llull.

O que é, de que é feita e porque existe? Definições lulianas no Livro da Alma Racional (1296)

Costa, Ricardo da

La imaginación religiosa en Ramon Llull: una teoria de la oración contemplativa

Vega, Amador

As funções sociais e políticas do bom cavaleiro no Livro da Ordem de Cavalaria (c. 1279-1283) de Ramon Llull (1232-1316)

Nunes, Danielle Werneck
Costa, Ricardo da

Misoginia e Santidade na Baixa Idade Média: os três modelos femininos no 'Livro das Maravilhas' (1289) de Ramon Llull

Ventorim, Eliane

Durante todo o período medieval o pensamento misógino ocupou os escritos clericais. A mulher era considerada um ser muito mais próximo da carne e dos sentidos e, por isso, uma pecadora em potencial. Afinal, todas elas descendiam de Eva, a culpada pela queda do gênero humano. No início da Idade Média, a principal preocupação com as mulheres era mantê-las virgens e afastar os clérigos desses seres demoníacos que personificavam a tentação carnal. A partir do século XI, com a institucionalização do casamento pela Igreja, a maternidade e o papel da boa esposa passaram a serem exaltados. Criou-se uma pedagogia da salvação feminina a partir basicamente de três modelos femininos: Eva (a pecadora), Maria (o modelo de perfeição e santidade) e Maria Madalena (a pecadora arrependida). Com base nesses três pilares analisei a concepção feminina contida no Livro das Maravilhas (1289) do filósofo maiorquino, Ramon Llull (1232-1316) que, através de exempla que demonstram situações cotidianas do século XIII, deixa transparecer sua posição quanto à misoginia, à santidade e aos possíveis caminhos para a salvação feminina.

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